Foi uma discussão interessante:
"Maria, tens de abrir o teu canal e mudar de paradigma. O ver para crer tem que dar lugar ao crer para depois ver."
"Maria, tens de criar boas expectativas e energias positivas para fazer acontecer."
"Maria, não há boas nem más notícias, há notícias. Uma alegada boa notícia pode sempre revelar-se uma péssima notícia, daqueles que mais valia nunca ter existido."
Não, não é assim meu caro!! Estou habituada a ser pessimista, a não acreditar em mim e a duvidar que consigo. Não consigo ser de outra forma e a única consequência é que sofro indubitavelmente mais que os optimistas e os crentes.
Não acredito haver conexão entre o querer e o acontecer. Acontece e pronto!
Enquanto uns acreditam até à última, outros (como eu), mesmo quando acontece, não acreditam que está a acontecer e se aconteceu é porque o reverso da medalha vem aí. Lá diz mamãe (a mestre do pessimismo e de onde herdei o vício): não há bem que sempre dure, nem mal que nunca acabe!!
Além disso meu caro: há notícias boas e notícias más, como há dias felizes e triste dias, como há gente boa e má gente ou como há boas e más surpresas. Não querer adjectivar as notícias é temer viver, é temer o futuro e as consequências dessas mesmas notícias. Aliás, suportar a sua teoria "good vibes" choca in tottum com a sua relutância de não assumir a adjectivação das notícias. Pense bem: acreditar na BOA notícia e vivê-la com as ditas good vibes, não é chamar para perto as então boas energias, potenciar o efeito e prolongar as consequências positivas da coisa?
Veja lá: olhe que não assumir a notíca afasta os bons pronúncios! :)
Não houve resposta!! Devo ter ganho este round!!
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