quarta-feira, 18 de abril de 2012

Se eu lhe falasse

Já soube do triste sucedido (é que é mesmo triste).

Se eu lhe falasse, reagia assim:








Não valia a pena dizer muito mais (ainda que no cenário em causa não haja sorriso que "disarm" a dor e o pesar) ...

Sucede que eu não disse nada!

E não me venham com merdas que sou fria, tenho coração de pedra, que é uma questão de respeito, blá blá blá!!!! Não disse porque não tinha que dizer, não era suposto, não havia expectativas, PONTO!

O consolo dá-se aos amigos e eu não sou amiga, nem colega, nem nada...e chego a pensar se algum dia fui amiga. Eu acho que não, que nunca fui...se tivesse sido ainda hoje o era (amiga, repito, AMIGA) e não sou, logo, se calhar, lá está, nunca o fui e o que aconteceu é que tive uma tamanha presunção por algum dia me ter julgado como tal!

Nestes cenários só se espera atenção de amigos e oh pá: quantas vezes preciso de dizer??? Não sou amiga! E mesmo que esquecesse isso (que para mim é uma verdade inabalável) ainda corria o risco de ser olhada de soslaio, tipo: "oh cachopa, eu conheço-te?"

Uma vez apagado, para sempre apagado... para tudo e para sempre...não sei ser de outra maneira!!!

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